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Porque raiva não é o último sentimento que quero ter

Amber para Wilson, em seu leito de morte, na série House

As coisas mais terríveis que os homens fazem são em nome do amor.

Os Instrumentos Mortais (via livrariapessoal)

The very last romantic Lisbon boy

A whole family and neighborhood involved by luv

To all mothers and fothers

ℒℴѵℯ

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l’Amour

l’Amour

venancio:

“I will be there for the wake up… And I’ll wake up with a smile.” (Publicado com o Instagram)

Amor. De pai para filha, para o mundo 

Existem algumas coisas que teimamos em não aprender, mesmo que a vida insista em nos empurrar a lição como uma mãe severa que nos proíbe o doce antes do jantar terminar. Uma dessas lições é a sabedoria do . Entender que o  chegou é duro para quem o vê e é mais duro para quem o nega, para quem acha que ainda há sobrevida ante o cadáver manifesto. Negar o   por vezes só esparrama o sofrimento por dias, semanas e meses e irremediavelmente machuca e fere todos os envolvidos no processo. Saber colocar o ponto final nas coisas é uma arte aprendida a duras penas. Saber ser colocado um ponto final numa história é uma maestria que ainda não domino mesmo na minha quinta década de vida. […]”

Criolo, você estava errado!

Na segunda-feira passada [5/03], São Paulo amanheceu cheia de amor para dar. Ou melhor, as estátuas e monumentos que povoam a metrópole. Isso porque um grupo de apaixonados por SP resolveu espalhar um pouco mais de amor pela cidade. Ou talvez, no mínimo, fazer as pessoas que transitam pela capital paulista [re]lembrarem-se de tal sentimento.

Com uma série de corações vermelhos debaixo do braço, eles foram por aí…
Passaram a madrugada de domingo para segunda na esperança de transformar bronze em carne e sangue. E amor.

Rodrigo Guima, idealizador dessa intervenção urbana, conta que a ideia nasceu da intenção de tirar as pessoas do lugar comum de suas rotinas. “Fazer alguém sorrir. Provocar! Lembrar que sempre existe amor”, pontua. E deseja: “esperamos que os pontinhos vermelhos espalhados pela cidade despertem sorrisos, um respiro no meio desse caos que vivemos”.

A Historia de Nos 2

“Eu a amo porque com ela eu fico à vontade para ser eu mesmo”, disse o ator da peça.

…É isso! ;)

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